Lá andaste tu, cheio de entusiasmo, a mostrar-me o "mute", mais a caixa de cartão cheia de "zenhos", que tratas e estimas como se fosse um tesouro. O "mute" ri, disseste-me tu, e também "chóia". "Qu(r)és vê(r)?", e puxavas-lhe a tromba e o bicho urrava, urrava, com um berro vindo das pilhas nas entranhas. A "tótinete" não vem, não, "qué da minha casinha".E não tinhas medo....Medo daquele que sentias (sentes?) com os dinossauros grandes que te dei, e que também urram. Porque será? Se calhar é porque o mamute te fará lembrar o elefante, que vês na televisão e já viste no Zoo. Sei lá. Coisas de criança, medos de criança, que passarão.
Era esta a "estórinha" que a Nana aqui escreveu ontem. E até tinha um panda....mas a Nana não gostou. O panda, coitado, tinha um ar infeliz, era mínimo, desaparecia no meio de tanta brancura que o rodeava. Hoje cheguei aqui, e, pimba! Tirei-o. Lá foi ele e a "estórinha".....Fiquei com pena, o mamute também tinha tido o mesmo destino do panda. A "estorinha" voltou.
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